terça-feira, 23 de agosto de 2016

Seminário Do Príncipe ao Mendigo-Uma metáfora para nossos filhos

Amigos! Preparamos para este seminário um tema que importa a todos nós. Até que ponto o nosso amar é prejudicial aos nossos filhos? Contaremos com a presença de dois especialistas no assunto, os quais trarão importantes contribuições para as famílias. Mais uma vez, em parceria com a Fraternidade Espírita Irmã Scheilla, aguardamos vocês dia 28/08, das 08 as 12, na sede do FEIS, na Pituba. Paz e Bem

quarta-feira, 15 de junho de 2016

Campanha do agasalho

Ainda da tempo, seja solidário. Doe!

Entrega será neste sábado (18/06/2016) às 19:00

Faca a sua parte.


sexta-feira, 25 de março de 2016

Um indulto para Judas!

Um indulto para Judas!
Meus amigos, em tempos de indulto de Natal para eliminação de penas, que Tal concedermos um àquele que há 2 mil anos pena na pecha de traidor e destruidor de amigos? Que tal, após este tempo todo, fazermos como o amigo traído que, logo após livrar-se do corpo ferido, deu uma passagem no subsolo e levou o amigo traidor consigo para a glória do Pai? Por que queima-lo vivo, explodir o seu corpo, ridicularizando-o como fizeram os soldados de Anás e Caifás? A orelha perdida foi a de Malco em pleno Getsemani, mas parece que nós é que não escutamos...perdoai e amai aos vossos inimigos!...amai ao próximo, a Deus e a si de igual maneira! .... isto sim é traição: ao ferido dizemos que o amamos e seguimos suas palavras, mas no recôndito dos nossos íntimos pensamentos, esquecemos de tudo, fazemos ouvido moco e vamos por aí, traindo amigos e a nós mesmos. 
O que precisamos é dar um indulto a Judas, perdoa-lo, porque, assim como aqueles da época, nós não sabemos o que estamos fazendo. 
Amanhã, pense nisto antes de queimar o pobre e repetir um ato que, durante todo este tempo, parece nada ter nos ensinado acerca de fidelidade, amor e paz.

Uma Páscoa renovadora para todos nós!
Paz e Bem!
Paulo de Tarso

sábado, 27 de fevereiro de 2016

ABORTO DE MICROCÉFALOS

ABORTO DE MICROCÉFALOS
Fonte: www.facebook.com/paulo.tarsosouza.7

Imaginem a situação: uma mulher que desconhece os efeitos de um determinado tipo de shampoo em
mulheres gravidas usa-o durante a gravidez e descobre que o bebê que carrega no ventre pode ter uma
anomalia causada pelo shampoo. Rapidamente, alguém dirá: tira o bebê porque ninguém merece a tortura
e carregar pela vida outra vida privada de possibilidades. Outros farão coro a este direito fazendo parecer
lógica a decisão em prol do aborto.

Guardadas as devidas proporções, podemos transpor a estória do shampoo para doenças outras e
procedimentos tais que possam prejudicar a viabilidade do feto pelo comprometimento do desenvolvimento
normal, fazendo a mesma pergunta: qual direito tem a sociedade de privar um terceiro da vida, simplesmente
porque o vetor que a proporcionou (a mãe), por ignorância ou desídia, deixou e cuidar-se como devia? Se for
por esta linha, o que fazer com os bebês com paralisia cerebral? Com outras situações iguais, vamos também
elimina-los? Será um retorno à situação da Eugenia nazista? Pois é, o microcéfalo não é um anencéfalo; é
uma vida viável, mas com limitações.

Talvez as mães não consigam expor seus filhos orgulhosamente sadios aos amigos, dando ciência a todos
da sua capacidade de dar a luz a filhos lindos e saudáveis. Talvez não possa um dia vê-los partir de casa
para constituir família e em consequência filhos, mas os verá crescer, viver no possível e seguir o rumo e sua
própria e específica existência.

Filhos não alimentados, de pais drogados e de outras tantas opções humanas também têm sérias
limitações neurológicas; não amados, sérias complicações psicológicas, incapacitantes às vezes. Muitos pais
e mães que aguardam ansiosos a chegada de um filho perfeito podem destruí-los depois pela incapacidade de
cria-los com saúde física e mental. E ai? Incapacitar depois pode? Quem se responsabiliza por isto?

O pensamento reducionista leva à precipitação nas ações que visam reordenar a vida em sociedade. Foi assim
com os anencéfalos, os filhos do estupro e assim parece caminhar para os microcéfalos. Pouco a pouco
vamos eliminando os improváveis em nome dos possíveis. Desesperadamente, vamos buscando
atingir às expectativas da família tipo propaganda de margarina com todos sarados, sadios e felizes. Mas a vida
real não é assim. Em parte, nossos filhos são uma espécie de Kinder Ovo, guardando dentro de cada um
uma surpresinha. Alguns virão perfeitos, brinquedo e chocolate, físico e satisfação no kit completo das
expectativas; outros virão com o brinquedinho faltando uma peça, ou que se quebrará ao primeiro toque; mas,
como saber o que ocorrerá se não abrimos a embalagem para fruirmos tudo que o presente nos trás?
Jogamos fora o chocolate e o recheio por conta da roda do carrinho que não veio? Quais possibilidades
um filho microcéfalo traz em si? Como sabermos se não os vermos vingar e mostrar o que mais há dentro de
cada um? Quais histórias pregressas estão em jogo para resolvermos tudo no âmbito físico e do menor esforço?

Assim, mãe de microcéfalo, receba-o com amor e crie-o com dignidade, descobrindo a cada dia a imensa
oportunidade que a vida lhe deu para o exercício da amorosidade sem cosméticos, sem cara de revista, com a
realidade da doação ao outro, desapegando-se de si ao encontro da verdadeira paz. Mães gravidas, cuidem-se
agora do físico para que seus filhos sejam sadios e fortes e depois do psicológico para que eles sejam felizes e,
caso não seja possível porque a bula do shampoo não estava clara ou porque esta era a surpresa ideal para
todos os envolvidos, assuma o rumo que a vida te deu e viva com a sensação do dever cumprido, deixando-os
viver o fluxo inexorável e particular de cada história de vida cuja razão somente o tempo e a eternidade
poderão explicar.

Paulo de Tarso

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2016

CONVERSA ESPIRITUAL

Todas as quartas, o Centro Espírita Maria Imaculada realiza palestras públicas doutrinárias. Hoje teremos o nosso Pinga- Fogo... Não percam! Tragam amigos e familiares...