sexta-feira, 28 de junho de 2013

O SUPÉRFLUO

O SUPÉRFLUO

Por toda parte na Terra, vemos o fantasma do supérfluo enterrando a alma do homem no sepulcro da aflição.
Supérfluo de posses estendendo a ambição...
Supérfluo de dinheiro gerando intranquilidade...
Supérfluo de preocupações imaginárias, abafando a harmonia...
Supérfluo de indagações empanando a fé...
Supérfluo de convenções expulsando a caridade...
Supérfluo de palavras destruindo o tempo...
Supérfluo de conflitos mentais determinando a loucura...
Supérfluo de alimentação aniquilando a saúde...
Supérfluo de reclamações arrasando o trabalho...
Entretanto, se o homem vivesse de acordo com as próprias necessidades, sem exigir o que ainda não merece, sem esperar o que lhe não cabe, sem perguntar fora de propósito e sem reprovar nos outros’ aquilo que ainda não retificou em si mesmo, decerto, a existência na Terra estaria exonerada de todos os tributos que aí se pagam diariamente à perturbação.
Se procuras no Cristo o Mentor de cada dia, soma as tuas possibilidades no bem, subtrai as próprias deficiências, multiplica os valores do serviço e da boa vontade e divide o amor para com todos, a fim de que aprendas com a vida o que te convém realmente à própria segurança.
O problema da felicidade não está em sermos possuídos pelas posses, quaisquer que elas sejam, mas em possuí-las, com prudência e serenidade, usando-as no bem de todos que é o nosso próprio bem.
Alija o supérfluo de teu caminho e acomoda-te com o necessário à tua paz.
Somente assim encontrarás em ti mesmo o espaço mental indispensável à comunhão pura e simples com o nosso Divino Mestre e Senhor.

-Chico Xavier/Emmanuel

segunda-feira, 17 de junho de 2013

Onde anda Emmanuel?

No livro , cujo título é 'Deus Conosco', publicado pela Vinha de Luz Editora, e da autoria do espírito de Emmanuel pela, até então, inédita psicografia de Chico Xavier, na pág. 43, ao falar-se sobre as vidas sucessivas de Emmanuel, encontramo-nos com os relatos do próprio Chico Xavier sobre a reencarnação do seu benfeitor espiritual, no início do século XXI. 

Com a partida do médium passámos a sentir-nos órfãos, desamparados… contudo, esta informação, que a seguir se reproduz, conforta-nos e dá-nos a certeza de que Emmanuel já se encontra entre nós.

A luz da esperança volta a brilhar nas nossas vidas.

'Deus Conosco'

Segundo testemunham várias pessoas que conviveram intimamente com o médium Chico Xavier, este terá afirmado que o espírito do benfeitor Emmanuel já está na face da Terra, entre nós, pela via da reencarnação. 

Um dos depoimentos, é o da D. Suzana Maia Mousinho (filha do Dr. Carlos Chagas.Ele após sua desencarnação.. escreveu com o pseudônimo de André Luis,a coleção "Nosso Lar").. presidente e fundadora do 'Lar Espírita André Luíz' (LEAL), de Petrópolis/RJ, amiga do médium desde 8 de Novembro de 1957. 

Francisco Cândido Xavier, confidencialmente, contou-lhe pormenores da reencarnação de Emmanuel, dizendo-lhe que este voltaria à Terra no interior do estado de São Paulo, no seio da família que foi constituída pelo casal D. Laura e Sr. Ricardo, personagens do livro 'Nosso Lar', de André Luíz. 

Mais tarde, o estimado médium Chico Xavier novamente voltou a falar do assunto com D. Suzana, afirmando ter presenciado o regresso à vida física do seu benfeitor no ano 2000, tendo visto assim confirmadas as previsões espirituais a tal respeito. 

Este fato está de acordo com os depoimentos feitos em público pelo médium mineiro em três ocasiões diferentes e que se encontram inseridos nos seguintes livros:

a) No 'Entrevistas' (IDE, 1971). Ao responder à pergunta 61, sobre a futura reencarnação de Emmanuel, Chico Xavier declarou: 'Ele (Emmanuel) afirma que, indiscutivelmente, vai voltar a reencarnar, mas não diz exatamente o momento preciso em que isso se verificará. No entanto, pelas suas palavras, admitimos que deverá regressar ao nosso meio de espíritos encarnados, no fim do presente século (XX), provavelmente na última década';

b) No 'A Terra e o Semeador' (IDE, 1975). Na resposta à pergunta nº. 33, Chico Xavier disse: 'Isso tem sido objeto de conversas entre ele (Emmanuel) e nós. Ele costuma dizer que nos espera no Além para, a seguir, regressar à vida física'; e 

c) A terceira confirmação de Chico, está exarada no livro organizado pela Dra. Marlene Nobre, sob o título 'Lições de Sabedoria' (FE, 1997), onde, na pág. 171 da 2ª. edição, Gugu Liberato pergunta a Chico Xavier: 'É verdade que o espírito Emmanuel, que lhe ditou a base do Espiritismo prático no Brasil, se prepara para reencarnar?' Ao que Chico respondeu: 'Ele diz que virá novamente daqui a pouco tempo, para trabalhar como professor.'

Uma vez, estando à conversa comigo em Uberaba e falando sobre a volta de Emmanuel, Chico também me comentou: 'Geraldinho, o nosso compromisso – meu e de Emmanuel – com o Espiritismo na face da Terra tem a duração de três séculos e só acabará no fim do século XXI'.

Outro depoimento público acerca da reencarnação do seu benfeitor Emmanuel, encontra-se no duplo DVD 'Chico Xavier Inédito – de Pedro Leopoldo a Uberaba', organizado por Oceano Vieira de Melo e lançado em 2007 pela Versátil. No segundo DVD estão reunidos vários testemunhos de 2007, entre eles, o do confrade Dr. Elias Barbosa, de Uberaba, onde este declara textualmente: 'Eu me lembro dele (Chico) falar uma vez, e para todo o mundo, não foi só para mim não, que quando ele desencarnasse o Emmanuel iria reencarnar. Isto é o que ele falou: 'O nosso Emmanuel, gente, vai voltar! Está só à espera de eu partir...'

Como sabemos que Chico Xavier, no fim da sua vida física, tinha recebido uma extensão de tempo, concretizada numa nova moratória, permanecendo por isso mais tempo entre nós, segue-se outro depoimento, bastante esclarecedor, e que, por causa disso mesmo, se reveste da maior importância:

A D. Suzana Maia Mousinho e a sua nora, a D. Maria Idê Cassaño Mousinho, referiram que Chico Xavier lhes revelara em Outubro de 1996, que a filha da D. Maria Idê estava grávida e que as duas em breve seriam respectivamente bisavó e avó.

Chico acrescentou ainda que o espírito de Emmanuel se tinha empenhado pessoalmente, em conjunto com o benfeitor espiritual do LEAL, Wilton Ramos Oliva, na selecção das características genéticas da futura criança (Carlos Augusto), para lhe garantirem sucesso na reencarnação. 

Este ato do espírito de Emmanuel – segundo Chico Xavier lhes explicou – tinha sido o último dele na crosta terrestre, pois a partir daí (fins de 1996), Emmanuel subira aos planos mais altos da vida espiritual para, durante aproximadamente dois anos, se preparar para a sua própria reencarnação, a fim de regressar à vida física no início do século XXI.

Por último, aqui deixamos o testemunho de Sónia Barsante, residente em Uberaba (MG) e frequentadora do 'Grupo Espírita da Prece' de Chico Xavier, que referiu que num determinado dia do ano 2000, estando ela e outros companheiros reunidos com Chico, este se tinha ausentado em transe mediúnico durante alguns instantes.

Ao regressar, contou-lhes alegremente que tinha ido em desdobramento espiritual, até uma cidade do estado de São Paulo visitar um bebé, que era o espírito de Emmanuel, já reencarnado. E rematou, dizendo a todos os que estavam presentes: 'vocês ainda vão reconhecê-lo!'



segunda-feira, 3 de junho de 2013

Sobre o Tempo (Edvaldo Júnior)


Um pouco de prosa para os que não tem nada há fazer rssss….estive pensando… (aproveitem porque com essa idade ta cada vez mais difícil hehe)
O tempo é sem dúvida uma das coisas mais intrigantes que existe, pois ele consegue ser tudo ao mesmo “tempo” impiedoso, persistente, renovador, paciente, salvador.
O tempo é tão envolvente que despertou a atenção de gênios como Einstein, dentre outros, mas em sua linearidade nos impõe limites.
Cientistas estudam formulas que supostamente abririam a porta para uma viagem fantástica sobre a linha do tempo. Mas fico imaginando o que essa porta abriria.
Esse talvez seja o vislumbre de alguns, ver rapidamente se desfazerem ações indesejáveis, voltar para aquele ponto onde foi crucial ter tomado a decisão certa? Seria interessantíssimo conhecer verdades que responderiam de uma vez por todas questões que nos afligem, política, religião, história, não é verdade? Poderíamos introduzir tecnologias atuais, e ver o mundo dar um salto evolucionário e onde temos pobreza e doenças, vermos vida e progresso.
Mas, vendo pelo lado moral, será que estaríamos ignorando a própria vida que na sua simplicidade sempre segue em frente? Seria válidos o erro e acerto e na soma de tudo o que vive agora, seria de maior valor do que tentarmos remendar o passado, criando um presente ajustado? Será que criaríamos um ciclo interminável de presentes sempre indesejáveis? Em que ponto estaríamos satisfeito a ponto de deixarmos a vida seguir em frente?
Pelo lado prático e por que não, científico, precisaríamos acreditar no paralelismo do universo. Onde existe vários eus, com ações paralelas, onde do ponto de retorno, o presente continua e eu remonto a história a partir do meu ponto de chegada no passado. Isso é meio louco se imaginarmos que a essa altura já existe uma outra Terra, um outro Cristo, uma nova linha do mesmo tempo onde eu pensei haver ter retornado.
Pense nos detalhes da confusão: onde estão os meus átomos se nada se cria, tudo se transforma? Logo, se fosse a mesma linha de tempo, eu mesmo poderia ser qualquer coisa, inclusive uma pedra?
Numa visão espiritualista, eu criei uma duplicidade do meu próprio espírito, se isso não for possível e eu estava encarnado, então desintegrei a mim mesmo para ser naquele momento? E se não estava, a duplicidade ainda existe, se é que é possível ser encarnado e espírito ao mesmo tempo?
Mas seria Einstein ingênuo o bastante para não pensar nessas possibilidades? Einstein como se sabe, era um homem aplicado em seus estudos, e não raro a ciência provou seus conhecimento como exatos. Então porque não se deu isso com o tempo?
Na visão moral, temos que para toda causa tem um efeito, se for possível voltar no tempo, teremos um efeito sem causa.
Pelo lado científico, talvez estejamos apenas engatinhando no uso da ciência multidimensional.
Mas o lado espiritualista é quem mais me conforta, pois os espíritos não enxergam o tempo como nós, a linearidade do tempo é só uma das muitas vertentes. O tempo que para nós é um objeto complexo, para eles é apenas uma parte do composto tempo. Onde enxergamos linearidade, eles enxergam multidirecionalidades, como o sol que expele seus raios em várias direções, o composto tempo é visto em passado, futuro e presente em forma não linear. Então pela sua genialidade, Einstein talvez tenha tido por um breve momento essa visão espiritual do tempo, daí estar, que como homem, não o consegui consagrá-la até hoje.
Mas, quem se habilita a explicar?

sábado, 1 de junho de 2013

Mês de junho Homenagem a Emmanuel o espírito mentor de Chico Xavier

Quem é Emmanuel?

Emmanuel, que significa "Deus conosco", se manifestou a Chico Xavier na década de 20, porém as psicografias se iniciariam a partir de 1930. Segundo as palavras de Chico: "Emmanuel foi um verdadeiro pai, um mentor querido que com carinho tolerou todas as minhas falhas".

O espírito teria sido em outras vidas um sacerdote no Egito e depois um cônsul. Também foi um senador romano chamado Públio Lentulus, contemporâneo de Jesus. Posteriormente, viveu como escravo na Síria, como um romano no Chipre, e bispo na cidade de Lyon. Suas últimas encarnações teriam sido como Padre Manuel da Nóbrega, Padre Damiano, depois um educador da nobreza, e Padre Amaro, que viveu no Acre e no Rio de Janeiro. Segundo Chico, seu mentor teria reencarnado no interior de São Paulo no ano 2000. Será professor e um grande médium em seu exercício de humildade. Junto a Emmnanuel, o guia espiritual do Brasil, Chico sempre seguiu o conselho de seus orientadores espirituais.

sexta-feira, 31 de maio de 2013

REENCARNAÇÃO UMA QUESTÃO DE JUSTIÇA....

Divaldo Franco relata fato inusitado 

Na 55ª SEMANA ESPÍRITA DE VITÓRIA DA CONQUISTA, ocorrida naquela próspera cidade baiana, no mês de setembro de 2008, o querido médium DIVALDO FRANCO, relatou de público fato verídico vivido por ele, que muito sensibilizou a quantos o ouviram naquela ocasião em que se estudara: REENCARNAÇÃO UMA QUESTÃO DE JUSTIÇA.... Quando perguntaram ao médium se ele acreditava na reencarnação, disse que não acreditava nela, pois quê ia mais além - ele sabia que ela existia! E narrou-nos o seguinte episódio, que agora visto com minha própria emotividade ao lhes escrever esse singelo artigo.

Divaldo há cerca de 40 anos foi por vez primeira à Paris, hospedando-se na residência de familiares de um casal amigo residente aqui no Rio de Janeiro, à época: Ligia e Emílio Ribeiro.

A primeira noite naquela capital foi-lhe tormentosa, não conseguindo conciliar o sono de modo algum e sendo vítima de atrozes fenômenos psíquicos.

Pela manhã, sentindo-se muito estranho, pediu permissão ao casal anfitrião para sair e dirigir-se a algum lugar que ele mesmo não sabia onde seria. O casal ficou perplexo, sem entender, como uma pessoa que jamais houvera ido àquela cidade pedia para sair sozinho, para ir não se sabia aonde... Ao demais eram 7 horas de uma segunda-feira, onde os monumentos históricos franceses não ficam abertos à visitação pública. Mas, Divaldo insistiu, afirmando-lhes que levaria o endereço deles no bolso e dizendo que qualquer coisa os avisaria por telefone ou pegaria um táxi. Eles anuíram.

Divaldo saiu a pé, depois pegou o metrô, depois um ônibus que começou a levá-lo para fora da cidade. Algum tempo se passou dentro do ônibus e o médium cada vez mais se sentindo noutra personalidade, essa muito endurecida, parecendo detestar tudo e todos à volta...

O ônibus começou a passar perto de certo bosque. Divaldo pediu ao motorista para descer do veículo, dirigindo-se a uma estrada de pedras, muito bem cuidada, uma estrada real, que terminava em frente a enorme Monastério também revestido de pedras, onde bela torre de igreja ao fundo predominava. Era uma ordem religiosa, de monjas enclausuradas, que datava do século XVII, fundada em 1606 por um frade capuchinho.

Divaldo cada vez mais entronizava aquela personalidade estranha para ele, sentia-se aturdido, mas dispôs-se a bater à porta do Monastério, onde sorridente monja-porteira lhe informou que o Monastério não estava aberto à visitação pública; que as monjas eram enclausuradas e só lhes era permitida uma única visita masculina - a do confessor da Instituição.

Divaldo, muito pálido pediu que ela fosse chamar a monja-mestra e deu-se conta que estava falando em francês! Era um francês com um acento diferente... 
Sem saber porque a moça aquiesceu, mandou-o entrar até o parlatório onde uma religiosa, de cerca de 60 anos, passou a lhe dizer da impossibilidade do intento por ele almejado. O médium mais pálido e suando muito disse que desejava uma entrevista com a Abadessa.

Veio a Abadessa, veneranda senhora belga de cerca de 70 anos, e passaram os dois a dialogar mais ou menos assim:

- Senhora, eu sou o fundador dessa Instituição, muito dura para com as jovens que aqui habitam, quando a instituí eu não me dava conta disso, mas hoje venho pedir-lhe para ser mais complacente com as monjas, aja com mais amor, com mais benevolência para com elas! 
- Meu filho, você é tão jovem! Porque está falando em francês provençal? Meu filho, esta Instituição foi fundada no século XVII em 1625. Você está aturdido, vou providenciar levá-lo de volta. Onde se hospeda? Vá na companhia da irmã mestra e outra religiosa... 
- Não antes que eu possa visitar a cela onde faleci. 
- Como você sabe que nosso fundador morreu aqui? 
- Irmã, eu sou ele! Eu vivia em orações contínuas, tanto que onde eu me ajoelhava, o piso de pedra-pome, ficou um pouco mais fundo que o restante do assoalho...A minha cela possuía uma gravura da Madona, que certo dia, após muitas preces, inadvertidamente, queimei um pedaço com uma vela acessa. 
- Como o senhor pode saber disso? Essas referências verídicas não constam em nenhuma de nossas publicações! 
- Irmã eu sou ele! A Irmã diz que não posso visitar minha cela porque teria que passar pelo pátio interno, onde ficam as clausuras proibidas ao sexo masculino... Mas, se formos pelo altar-mor, atrás dele, há uma porta, que dá para uns degraus, que vão terminar num corredor, onde sem passar pela clausura, sem passar pelo átrio principal, chegaremos à minha cela, irmã! Vamos! 
Já que insiste tanto e para acabarmos logo com isso, venha e mostre-nos o caminho que diz conhecer! E Divaldo foi à frente, mostrando o caminho, que reconhecia, com a Abadessa logo atrás dele, depois a irmã-mestra seguida pela monja-porteira. Como nos velhos tempos... O fundador à frente de todas...
Depois do desejo do médium ter sido concretizado e, Divaldo ter observado na cela a surrada vestimenta do sacerdote, ter visto o chão realmente amolgado perto do genuflexório, e de não ter visto mais a gravura da Madona que lá não estava mais, todos muito emocionados, retornaram pelo mesmo caminho... 
A Abadessa pediu para que as outras duas se retirarem e lhe pergunta o que seria aquele fenômeno. Divaldo fala-lhe abertamente da reencarnação, da lei de causa e efeito e, promete mandar-lhe o EVANGELHO SEGUNDO O ESPIRITISMO e O LIVRO DOS ESPÍRITOS em francês, logo que retornasse à Paris. 
Já era hora do almoço e Divaldo, convidado, almoça na Instituição. Continuam a conversar o médium e a Abadessa. Ela, muito emocionada, expressa amargura por saber disso tudo “tão tarde”, ao que Divaldo lhe diz que não, que ela estava na plenitude das suas forças e que poderia com o novo conhecimento, usar do Amor Incondicional do Cristo para com as moças ali recolhidas. Convidado a lanchar, pois já eram 16 horas, ele declina do convite, mas aceita voltar com as referidas monjas para Paris onde por certo o casal amigo deveria estar preocupado com tão prolongada ausência. 
No dia seguinte, refeito e feliz, ele próprio vai a uma livraria para comprar os dois livros de Kardec, que o seu anfitrião, gentilmente, entrega no Monastério. 
Passam a se corresponder ele e a Abadessa Beatriz que dois anos depois é transferida para a Bélgica, por obrigações administrativas; na década de 80 Divaldo a visita, no referido país, nonagenária, lúcida, muito feliz com o reencontro, mostrando-lhe o EVANGELHO SEGUNDO O ESPIRITISMO, que tanto lia e relia, e aí o médium lhe conta da sua vida atual, das conferências, da Mansão do Caminho e demais atividades que lhe dizem respeito.

segunda-feira, 27 de maio de 2013

Curiosidades do mediunato de Divaldo P. Franco

Quando Divaldo esteve na Guatemala em 1985, acorreram à sua palestra muitas pessoas, que lotaram o salão. Esteve presente uma senhora, que foi a responsável pela presença de muitos. Quando soube disso, curioso e através de um intérprete, Divaldo perguntou a ela por qual motivo ela levara tantas pessoas, ao que ela respondeu: Um Espírito me disse que levasse à palestra muitos necessitados para escutar um “emissário do Senhor”. Divaldo teve uma profunda emoção.
Quando Divaldo esteve em Angola, África, em setembro de 1971, para realizar palestras espíritas, ele conheceu um médium ancião que tinha ido ouvi-lo. Terminada a palestra, o ancião quis falar a Divaldo, confidenciando-lhe: Os Espíritos anunciaram-me, há alguns anos, que antes de eu morrer teria oportunidade de ver alguém trazer a Mensagem da Verdade a estas terras. E realmente aprofecia se cumpriu.
Outro acontecimento no Exterior ocorreu em Salazar, África, em 1975, quando lá se encontrava para fazer palestras. Ele hospedou-se num prédio, em que havia uma escola e, em dado momento, por várias circunstâncias, acabou travando contato com a professora da escola. Havia cartazes anunciando a palestra de Divaldo à noite e quando Divaldo explicou que era espírita, ela logo perguntou se ele era o feiticeiro que diziam iria abalar a cidade. Surpreso, Divaldo disse que era somente um médium, que fazia preleções espíritas. Entendendo ou não, a professora acabou arrebanhando o prédio todo para a palestra.
Outro fato, que está registrado, ocorreu no Rio de Janeiro, em 1997, no Colégio Militar, presentes milhares de pessoas, num feirão pró-Mansão do Caminho. Uma senhora venezuelana, que estava passando em frente ao Colégio Militar, e não sabia o que estava acontecendo, e nem era espírita, ouviu uma voz que lhe disse: Entra e fala com o homem. Ela nada entendeu, mas quando viu faixas com o nome de Divaldo, pensou que devia ser ele de quem as vozes falavam. Então, entrou no feirão, encontrou com um organizador do evento e contou o que aconteceu. Ele lhe deu uma senha para falar com Divaldo. O certo é que ela estava com sérios problemas e necessitava urgentemente de orientações. Conseguiu falar com Divaldo e recebeu dele as orientações, que a deixaram muito refeita e reconfortada, graças a essa intuição espiritual.
Por fim, certa ocasião, um fato mais pitoresco. Em 1970, o vôo atrasou e Divaldo estava em cima da hora para a palestra. Do aeroporto pegou um táxi e foi diretamente para a conferência. O motorista de táxi conduziu-o ao endereço e estava muito acabrunhado porque teve que substituir um colega, logo naquele dia que ele queria ouvir uma palestra de um baiano que disseram ter o diabo no corpo. Quando chegaram ao local, surpreso,o taxista disse que era naquele local que aconteceria a palestra a que se referira, ao que Divaldo retrucou: E sou eu o baiano que tem o diabo no corpo!!! O motorista acabou assistindo a palestra e tornaram-se amigos.

segunda-feira, 20 de maio de 2013

Entrevista sobre Joanna de Ângelis - Benidorm, Espanha

REVISTA CULTURA ESPÍRITA (RCE) – Pode traçar uma linha do tempo identificando reencarnações desse generoso Espírito, caracterizando muito antiga adesão a Jesus? 
Divaldo Pereira Franco (DPF) – Segundo informações dela mesma, viveu ao tempo de Jesus como sendo Joana de Cusa que, ao encontrar o Mestre, modificou completamente a sua existência, dedicando-se-Lhe com total abnegação até o momento da crucificação.
Posteriormente, após a desencarnação do marido, permitiu-se queimar viva, durante o reinado de Nero.
Reencarnou diversas vezes, tornando-se conhecida em algumas como Clara de Assis, na Itália, Juana Inés de La Cruz, no México e Joana Angélica de Jesus, em Salvador. 
RCE – Em que medida Joana dá uma nova dimensão à moderna Psicologia? 
DPF – Desde que ela começou a ditar-me mensagens que vêm falando sobre a necessidade de ser elaborada a psicologia espírita. Recordava-me que Kardec, o insigne codificador, já se preocupava com a questão, quando, apresentando a Revue Spirite,esclareceu que se tratava de um Órgão de estudos psicológicos.
Considerando Carl Gustav Jung, um dos pioneiros da psicologia transpessoal, também denominada Quarta Força em Psicologia, ela propôs-se a demonstrar que o paradigma espírita é profundamente psicológico, com elementos que facultam solucionar os inumeráveis problemas do ser humano, abrindo-lhe espaços para a saúde integral, a indivuação, o reino dos Céus.
Ao mesmo tempo, amplia os horizontes da Psicologia, tradicionalmente unicista, levando-a além das conquistas em torno da psique, às origens reais da vida... 
RCE – Podemos dizer que Joanna oferece novos entendimentos sobre as conexões Espírito, perispírito e corpo somático? 
DPF – É exatamente o que vem pretendendo nos livros até então publicados, demonstrando que muitos conceitos junguianos e de outros estudiosos encontram-se no Espiritismo com outras denominações, como os arquétipos, a sincronicidade, as síndromes do ninho vazio, do poder, a culpa etc., estudadas na Lei de Causa e Efeito. Ao mesmo tempo propõe valiosas psicoterapias para as problemáticas e tormentos emocionais, abrindo espaço para a aceitação da Logoterapia de Viktor Frankl etc. e atualizando as lições soberanas do Evangelho de Jesus, especialmente nos seus processos psicoterapêuticos: a oração, a meditação a ação do bem, a alegria de viver, a transformação moral para melhor... 
RCE – Joanna e educação. Que relações estabelece no sentido de referendar e aprofundar os ensinos das entidades que, juntamente com Kardec, caracterizaram o Espiritismo como obra de educação? 
DPF – Confirmando o egrégio codificador, a Benfeitora assevera que educação é vida, especialmente educação moral, graças à qual o ser humano consegue atingir o mais elevado nível de consciência, denominado como cósmica.
Sem a educação moral, o ser humano retornaria à barbárie. Por seu intermédio desenvolvem-se os valores éticos, mediante os quais a existência adquire sentido psicológico, avançando para onuminoso, para a autoconsciência. 
RCE – Com relação aos tempos novos, o que nos oferece Joanna quanto à integração ciência – filosofia –religião? 
DPF – Joanna de Ângelis elucida que a ciência investiga, a filosofia explica e a religião dignifica espiritualmente aproximando a criatura do seu Criador.
Nestes novos tempos todos necessitamos que se firmem na ciência como numa filosofia idealista, para vitalizar o ânimo e as conquistas intelecto-morais, trabalhando-se em experiências cristãs, realmente cristãs, transformadoras.
O Espiritismo é doutrina perfeita por manter-se em equilíbrio nessas três vertentes do conhecimento terrestre. É a nova psicologia, aquela que vem sendo apresentada pela abnegada Mentora, igualmente sustenta-se nas pesquisas contínuas em torno do Espírito nas suas raízes mais remotas, oferecendo-lhe uma filosofia otimista, trabalhada nas diretrizes do bem fazer, do autoamor, do amor ao próximo, para, enfim, alcançar o amor a Deus, portanto, atingindo o momento culminante da religiosidade, que é a espiritualidade plena. 
Benidorm (Espanha), 6 de dezembro de 2012.
Fonte: Revista Cultura Espírita, do Instituto de Cultura Espírita
do Brasil, ano IV, nº 47, de fevereiro 2013.
Em 24.2.2013.

domingo, 12 de maio de 2013

Homenagem às Mães - Mães de Luz. (Paulo de Tarso)


Mães de Luz
(Paulo de Tarso)
Um dia qualquer, em um lugar qualquer, uma mãe estertorava de dor. Em seu ventre latejavam contrações excruciantes, às quais se submetia com alegria. Lembrava-se do anjo, que um dia houvera-lhe dito que, da dor daquele momento, brotaria uma flor de luz por cujo brilho a humanidade pautaria dali por diante toda a sua existência. Lembrava-se dos momentos difíceis da sua vida e, em nenhum deles, aquele misto de angustia e alegria teria se feito presente. Era uma pessoa simples, de hábitos simples, por que razão logo ela haveria de ser fonte de brilho tão intenso? Perguntava-se como que ignorando a sua grandeza.
Expelira enfim o seu broto luminífero, deitada em uma estribaria à beira do caminho. Um garoto igual a tantos outros, mas que, aos seus olhos, parecia singular. Olhos que a fitavam no fundo da alma, sem que nenhuma palavra fosse necessária. Espíritos outrora prometidos, agora encontrados para uma nova passagem pela terra.
Carregava a sua cria pelo mundo a fora, ensinando-lhe coisas da vida e do além dela. Professora nata por cujo amor as lições eram proferidas sem titubeios, dado que, das ações naturais, lhes eram abundantes aquelas carregadas de virtudes. Pés descalços em solo árido, suportava as feridas da jornada sem reclamações. Maria era o seu nome, tal qual inúmeras Marias anônimas de igual mérito. Em um barraco, teto de zinco, ouvia o coachar da noite esperando avidamente que mais um dia aproximasse o seu garoto daquele adrede prometido destino.
Maria lavava, passava, costurava, sem perder do seu semblante sereno a alegria que emana do amor. O filho, embora acompanhasse a mãe em sua luta diária, apoiava-a com um gesto de carinho que as vezes insistia em lhe tocar a pele. Uma mão gorda e pequena alinhava o perfil daquela gigante desbravadora das provações a ambos apresentadas. Neste intercambio de infinito amor, crescia o menino, filho de Maria, ao qual fora dado um nome, mas que, apenas depois de muito absorver de sua mãe, por este haveria de ser conhecido.
Quando o anjo lhe aparecera naquele dia, dissera que de seu ventre sairia um filho da mais perfeita luz. A luz divina, por cuja fonte todos passamos quando da nossa primordial origem. Lembrava-se disto, quando as trevas às vezes insistiam em lhes apresentar dificuldades na existência, mas Maria, de pronto, lembrava-se do filho e, cheia de luz e de Graça, iluminava onde antes fora só escuridão. Filho e Mãe passaram a se alimentar da sua fonte, a graça divina da existência, por cuja misericórdia todos nós haveremos de nos redimir.
Desde este dia, em cada canto da terra, nascer passou a ser iluminar. Parir passou a ser tornar à terra a luz que dela sempre foi e, ser mãe, um gesto sincero de Deus para com os homens na tentativa de demonstrar a qualidade do seu amor. Decididamente, ao apreciar as mães, fontes de luz divina, compreendemos a forma de amar mais pura, pois daquela por quem viemos haurimos tudo aquilo que necessitamos, nada sendo necessário em troca, exceto o amor aprendido em cada dia do viver.
Marias, Joanas, Elisabetes, simples ou sofisticadas mulheres, atendendo ao chamado da geração dos filhos, tornam-se mães da luz de Deus. Fontes perenes de amor, por cujas águas tornamos toda vez que nos faltam forças para continuar. Ricas, pobres, Negras ou de qualquer cor; mães que nos acompanham, quer seja na plenitude das nossas vidas ou, quando amargurados, condenados, lapidados, caminhamos no suporte à cruz das nossas missões, rumo ao Gólgota onde haveremos de expurgar todos os erros desta e de transatas vidas.
Naquele dia, em um lugar de difícil lembrança, uma mulher despede-se do seu filho, o qual parte agradecido para uma nova jornada em sua evolução. Louvando a Deus por havê-la agraciado com tamanha benção, chora Maria aos pés da cruz. Seu filho parte amando-a para sempre, ansiando pelo breve reencontro na pátria mater que a todos aguarda. Em outro canto, o filho chora a mãe que se vai primeiro, lembrando que, para os que ficam, as lições do amor apreendido devem ser tais quais perfume de flor, exalando sem nenhuma distinção de quem o irá perceber. Lucigênitos seres, em ambos os casos, tornando aos braços do Pai Celestial após haverem cada qual cumprido o seu papel. Filhos tornar-se-ão pais e mães, igualmente fontes da luz celeste, igualmente filhos da potencial providencia divina, fontes primordiais de inigualável amor.
Mãe, seja este teu dia o dia de Maria; seja Maria o exemplo deste teu amor; seja o teu amor o motivo da nossa esperança; seja a esperança força pela qual caminharemos o caminho; seja o caminho, o rumo que tomamos para ir ao Pai, para, ao final de nossa imensa jornada, possa então compreender o tamanho da sua missão, a grandeza deste seu gesto de dor e o quanto somos gratos a Deus por termos vindo ao mundo por intermédio de ti.

quinta-feira, 9 de maio de 2013

Mensagem de Lins


Mensagem de Lins

Psicofonia de Divaldo Pereira Franco, em 13
de março de 2013, na data da eleição do Papa Francisco
na reunião mediúnica do Centro Espírita Caminho da
Redenção, em Salvador – BA.
Em 6.5.2013.

Meus caros confrades
 
Meus votos de muita paz.
 
Permitam-me algumas breves considerações.
 
O mundo moderno, especialmente o Ocidente, viveu nos últimos dias a expectativa da eleição papal, quando o supremo chefe da Igreja Católica Apostólica Romana seria erguido ao trono pontifício, para a governança do imenso rebanho que se espalha pelo mundo.
 
A pompa, o poder arbitrário, os interesses econômicos em jogo, os conciliábulos políticos, ofereceram aos veículos midiáticos valiosa contribuição para comentários intérminos.
 
E hoje, quando foi eleito o Papa, e escolheu o nome de Francisco, homenageando o Pobrezinho de Assis e o inolvidável Francisco Xavier, divulgador do Cristianismo nas Índias, no Japão, nas Filipinas, simbolizando a humildade do primeiro e a solidariedade do segundo, perspectivas felizes abrem-se para um reinado transitório que deve deixar assinaladas marcas históricas no seio da sociedade.
 
A multissecular organização humana tem vivido de crises.
 
Crimes hediondos foram praticados na ignorância da noite medieval.
 
Homicídios cruéis e bem urdidos, guerras lamentáveis e perseguições inomináveis mancharam-lhe as páginas com o sangue de milhões de vítimas, em detrimento da sublime política de amor enunciada e vivida por Jesus-Cristo.
 
Uma nova crise de dimensões imensas, não há muito, cindiu a estrutura religiosa política e econômica do Vaticano tornado Estado.
 
A postura indigna dos administradores do Banco do Vaticano, as chagas morais e purulentas do comportamento de alguns dos seus representantes religiosos, as exigências da modernidade, a necessidade de ampliar os horizontes e atualizá-los, de maneira compatível com os comportamentos hodiernos constituem desafios máximos para Sua Santidade.
 
Merece considerar que toda organização rígida sofre as injunções penosas do tempo e toda edificação que pretende preservar a tradição sem a necessária adaptação ao meio ambiente e às novas formulações da vida, transformam-se em decomposições carunchadas que o tempo vence.
Das lições inolvidáveis do Mestre no meio da multidão, passou-se da convivência com o populacho sofrido e excluído da sociedade para a opulência da atualidade, com olvido da pureza do Evangelho.
 
Nada obstante, porque mais de um bilhão de criaturas pertencem ao rebanho, Jesus contempla com misericórdia as astúcias humanas e inspira todos aqueles que são honestos na busca do Bem a que encontrem rápidas soluções para os imensos problemas que ora se abatem sobre a sociedade e a grandiosa Instituição.
 
Merece considerar que o novo Papa, aclimatado a uma vida austera e simples, despojado das tradições do poder e do orgulho foi elegido para poder criar uma nova ponte, facultando a compreensão da vivência do Evangelho de Jesus, naquele sentido transcendental e santo da fraternidade e da compaixão.
 
Dois requisitos tornam-se inseparáveis para definir a legitimidade de qualquer doutrina religiosa: estabelecer a estrutura do Bem e da Caridade através do amor e não fazer a outrem o que não deseja que se lhe faça.
 
Todas as teologias aí perdem os seus focos. Ou encontram a diretriz que não seguem, estabelecendo paradigmas severos de interpretações complexas para o grande desafio do Amor ou são consumidas pelo tempo.
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Sem a essência da vida na sua total simplicidade, o Espiritismo, com a tarefa de restaurar o Cristianismo na sua expressão mais singela, deve aprender com a lição destes séculos a preservar a pureza da fé, a fraternidade legítima e manter o espírito de compaixão e de solidariedade, para não se converter em uma perigosa organização político-religiosa-econômica como o mundo exige, falhando no objetivo essencial, que é iluminar as almas.
 
O Espiritismo possui como paradigma essencial a caridade, como Francisco a viveu com o próprio coração, em Assis, e por onde deixou as pegada marcadas de sangue nos caminhos percorridos. E também como executou o outro Francisco, Xavier, levando Jesus às imensas multidões e sensibilizando-as de tal forma que as conversões eram volumosas e festivas.
 
O exemplo desses Apóstolos, o espírita moderno deve e pode compreender, buscando imitá-los.
 
A missão que lhe cabe construir no mundo é a da fraternidade, que os governos não logram em razão das paixões políticas, nem a cultura vã que escraviza no intelectualismo vazio, nem a tecnologia, que faculta todo conforto imaginável, mas é responsável pelas guerras de extermínio...
 
Só Jesus pode realizá-la.
Todos nós, em uníssono, inscrevamos em nosso mundo íntimo a vida incomparável do Galileu, que a nós nos fascina, entregando-nos, como rebanho, ao Seu cajado amigo de segurança.
 
Agradecemos a vossa paciência para com as nossas reflexões.
 
O confrade
Arthur Lins de Vasconcellos
 
Psicofonia de Divaldo Pereira Franco, em 13
de março de 2013, na data da eleição do Papa Francisco
 na reunião mediúnica do Centro Espírita Caminho da
Redenção, em Salvador – BA.
Em 6.5.2013.